terça-feira, 7 de julho de 2009

A dois passos do Tri

Cruzeiro e Estudiantes já estão em concentração máxima para a primeira partida da final da Copa Libertadores da América que acontece nesta quarta-feira, às 21h50, na cidade de La Plata, na Argentina. Jogadores e torcedores dividem a ansiedade à beira do maior título do continente. Enquanto o clube celeste quer o tricampeonato, o time argentino busca o tetra. O confronto inicial promete ser uma verdadeira batalha, já que a Raposa enfrentará o pânico da gripe suína e os 40 mil argentinos que apoiarão os anfitriões.

Ambos os clubes já se enfrentaram na fase de grupos nesta Libertadores. O primeiro encontro foi na estreia do torneio no Mineirão. O placar ficou 3 a 0 para o time azul, partida que marcou também a estreia do atacante Kléber. No segundo duelo da fase de grupos, o time argentino venceu os celestes por 4 a 0. O resultado é a única derrota sofrida pelos mineiros na competição.

O último jogo foi atípico, já que a Raposa estava desfalcada de 4 titulares e houve um atraso da delegação cruzeirense no trajeto de Buenos Aires para o estádio Ciudad de La Plata em funções de eventos isolados. Nesta quarta-feira, a história será diferente. Após despachar seus concorrentes brasileiros (São Paulo e Grêmio), o Cruzeiro ficou mais maduro e experiente, principalmente seu o elenco e seu treinador, o que pode pesar a favor da Raposa numa vitória inédita em La Plata.

A decisão terá um regulamento diferente. O gol fora de casa não será mais critério de desempate, medida aprovada pelo goleiro celeste Fábio. “O gol fora valoriza a equipe que se expõe e isso é importante nas outras partidas. A final é diferente por ser jogo decisivo e que as vezes se entra com uma tática diferente. Num lance pode acontecer um gol e assim prejudicar todo o trabalho realizado para a final”, disse o camisa 1.

Mesmo com a mudança, Fábio diz que o Cruzeiro não mudará o estilo e jogo e que o time está confiante em uma vitória sobre o Estudiantes. “Isto não muda a maneira de como a gente vai jogar. Estamos bem consistentes no que temos que fazer para conquistar o título e principalmente jogando fora de casa temos que ter uma postura eficiente e concentrada”, completou o jogador.

Cruzeiro

O técnico Adilson Batista terá poucas dúvidas para escalar a equipe celeste. O único setor indefinido é o meio-de-campo. Recuperado de uma dor muscular na panturrilha direita, o volante Henrique poderá voltar ao time no lugar do volante Fabinho. “Já venho jogando há algum tempo, tive essa parada por conta de lesão, mas estou recuperado e pronto para ajudar. Precisamos fazer um jogo agressivo, aguerridos dentro de campo, mas é preciso ter tranquilidade também. A marcação será fundamental. É uma final e temos de mostrar dedicação, entrega e coração”, afirma Henrique. Com o retorno do camisa 15, o quadrado celeste ainda terá Marquinhos Paraná, Ramires e Wagner.

No setor defensivo não há dúvidas. Com o desligamento do zagueiro Thiago Heleno da delegação celeste, em função de uma dor no tornozelo direito, Leonardo Silva e Anderson são os únicos defensores disponíveis para a partida. Ambos atuaram em apenas 3 jogos: nas vitórias sobre o Guarani e o Ituiutaba e no empate diante do América, todos pelo Campeonato Mineiro.

“Estou feliz com as oportunidades que estão aparecendo. É claro que o ritmo vai aparecendo à medida que jogo. Será um jogo complicado mas nossa equipe está bem preparada e vou tentar fazer o melhor”, garante Anderson.

Na lateral esquerda, o meia Gerson Magrão segue improvisado e na direita a presença certa de Jonathan. No ataque também não há mistérios. O titular Kléber fará dupla com o Wellington Paulista, que tem se destacado com gols decisivos nos últimos jogos. O atacante Thiago Ribeiro deverá ser opção para o segundo tempo.

Estudiantes

O time do técnico Alejandro Sabella está praticamente definido. A equipe deverá entrar em campo no 4-4-2 e terá as voltas do lateral-direito Cellay, curado de uma contusão no joelho direito, e do meia Verón, recuperado de lesão muscular na panturrilha direita. Cellay tem chances de ficar no banco de reservas, já que está sem ritmo de jogo. Caso isso aconteça, Sabella poderá escalar Juan Manuel Díaz.

O Estudiantes contará com a sólida defesa para parar o ataque cruzeirense. O clube ficou 800 minutos ou oito jogos inteiros nesta Libertadores sem levar gols, um recorde argentino na competição. Em 14 partidas disputadas, a defesa do time de Verón foi vencida em 7 oportunidades. Uma eficiência maior do que a defesa cruzeirense, que levou 10 gols em 12 confrontos. Inclusive, a defesa do Estudiantes está invicta jogando em casa.

Jogadores do Cruzeiro relacionados:

Goleiros: Andrey e Fábio;
Laterais: Jancarlos e Jonathan;
Zagueiros: Anderson e Leonardo Silva;
Volantes: Elicarlos, Fabinho, Henrique, Marquinhos Paraná e Ramires;
Meias: Bernardo, Gerson Magrão e Wagner;
Atacantes: Kléber, Thiago Ribeiro, Wanderley, Wellington Paulista e Zé Carlos.

Estatísticas:

Confrontos na história:

Jogos: 4
Vitórias do Cruzeiro: 2
Vitórias do Estudiantes: 2
Empate: 0
Gols do Cruzeiro: 6
Gols do Estudiantes: 5

Ficha técnica:

ESTUDIANTES X CRUZEIRO

Local: estádio Ciudad de La Plata, em La Plata, na Argentina.
Data: 08/07/09 – Quarta-feira
Horário: 21h50.
Motivo: primeira partida da final da Copa Libertadores da América.
Arbitragem: Jorge Larrionda (URU) auxiliado pelos compatriotas Pablo Fandiño e Maurício Espinoza.
Transmissão: TV Globo Minas, Rádio Itatiaia, entre outras.

ESTUDIANTES: Andújar; Christian Cellay (J.M. Díaz), Schiavi, Desábato e Ré; Braña, Pérez, Verón e Benítez; Fernández e Boselli. Técnico: Alejandro Sabella.

CRUZEIRO: Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Anderson e Gerson Magrão; Marquinhos Paraná, Henrique, Ramires e Wagner; Kléber e Wellington Paulista. Técnico: Adilson Batista.

Fotos: Cruzeiro/Divulgação; Cruzeiro/Divulgação; Cruzeiro/Divulgação; Richard Souza/Globoesporte.com; Vipcomm; Reuters.

Venda de ingressos para Cruzeiro x Atlético-MG a partir de 5ª

Começa nesta quinta-feira a venda antecipada de ingressos para a partida entre Cruzeiro e Atlético-MG, próximo domingo, dia 12 de julho, às 16h, no Mineirão, pela 10ª rodada do Brasileirão. Serão disponibilizados 64.800 ingressos, sendo 32.400 entradas para a china azul e o restante para a torcida atleticana. O torcedor que comprar sua entrada com antecedência terá desconto. No dia do jogo, os ingressos sofrerão reajustes nos preços.

Preços dos ingressos:

Geral: R$ 10 / R$ 15 (domingo)
Cadeira inferior: R$ 20 / R$ 25
Cadeira superior lateral: R$ 30 / R$ 40
Cadeira especial: R$ 90 / R$ 100

Estudantes, menores de 12 anos, mediante comprovante de matrícula e maiores de 60 anos pagam a metade do preço em todos os casos.

Venda de ingressos (quinta-feira a sábado, de 9h às 17h):

- Sede Campestre (rua das Canárias, 254, Pampulha)
- Ginásio do Barro Preto (rua Ouro Preto s/n)
- Bilheteria 1 do Mineirão (av. Abraão Caram, 1000)
- Loja Cruzeiro Mania do Barreiro (av. Sinfrônio Brochado, 125) - de 10h às 17h
- Loja Cruzeiro Mania da Savassi (av. do Contorno, 6605) - de 10h às 17h

Venda de ingressos no dia do jogo (de 9h às 14h):

- Sede Campestre
- Ginásio do Barro Preto
- Não haverá venda no Mineirão

Abertura dos portões no Mineirão: 13h30.

Portões da torcida do Cruzeiro: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.

Transporte: serão disponibilizados 21 ônibus especiais para a torcida celeste, que sairão a partir das 12h30 do ponto da rua Rio Grande do Sul com Tupis, com passagem a R$ 2,10. Outros 10 serão colocados a partir da região de Venda Nova e 16 do Barreiro.

Quem aderiu ao projeto "Sócio do Futebol", já tem o direito a utilizá-lo.

Foto: VipComm/Divulgação.

Thiago Heleno é desfalque para a final

O zagueiro Thiago Heleno está fora da primeira partida da final da Libertadores contra o Estudiantes, nesta quarta-feira, em La Plata. O jogador segue com uma dor no tornozelo direito e se desligou a delegação celeste na tarde desta terça-feira quando o time realizou uma escala no Aeroporto Internacional de Confins. Sem o defensor, o Cruzeiro segue com 19 atletas para Buenos Aires, na Argentina.

Lista de jogadores relacionados:

Goleiros: Andrey e Fábio;
Laterais: Jancarlos e Jonathan;
Zagueiros: Anderson e Leonardo Silva;
Volantes: Elicarlos, Fabinho, Henrique, Marquinhos Paraná e Ramires;
Meias: Bernardo, Gerson Magrão e Wagner;
Atacantes: Kléber, Thiago Ribeiro, Wanderley, Wellington Paulista e Zé Carlos.

Foto: VipComm/Divulgação

Clássico terá divisão igualitária de ingressos

Nada de “torcida única” no clássico de domingo entre Cruzeiro e Atlético-MG, pela 10ª rodada do Brasileirão. Ficou definida na manhã desta terça-feira, na sede da Federação Mineira de Futebol (FMF), que a partida terá divisão igualitária de ingressos, medida que também será válida para o confronto do segundo turno da competição. A recomendação para a divisão igualitária dos ingressos partiu da Polícia Militar.

Os preços dos ingressos também foram definidos e, como de costume, os valores serão diferenciados para a venda antecipada. Confira os preços: cadeira especial (R$ 90), cadeira central (R$ 30), cadeira inferior (R$ 20) e geral (R$ 15). Haverá aumento no valor da entrada para cada setor no dia do jogo.

Foto: Marcos Michelin/EM/DA Press

Jogo rápido


Lula pede garantias ao governo Argentino


A pandemia que acomete na Argentina, vem deixando os cruzeirenses muito mais incomodados com o vírus Influenza A (H1N1) do que com o Estudiantes, tem preocupado também as autoridades brasileiras. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu nesta terça-feira que sejam dadas garantias ao Cruzeiro quanto à ameaça de gripe suína. Nesta quarta, o time celeste encara o Estudiantes, em La Plata, na Argentina. Em visita à França, Lula mostrou preocupação pela alta incidência da doença no país vizinho. Até agora, já foram confirmadas 60 mortes, terceiro maior número entre os países ligados à infestação do vírus A (H1N1). "O ministro da Saúde argentino deve nos dar garantias de que se pode jogar em Buenos Aires ou em qualquer outra cidade argentina. O Cruzeiro tem razão em estar temeroso pela saúde de seus jogadores", afirmou o presidente.

Pouco ajudou

O argentino Juan Pablo Sorín pode ser campeão da Libertadores com apenas uma partida disputada. Quando retornou à Toca da Raposa II em setembro passado, Sorín foi apontado como uma importante alternativa para superar os erros que levaram à eliminação nas oitavas-de-final da Libertadores da última temporada pelo Boca Juniors, além de sua liderança, experiência e para comunicar em espanhol com os árbitros estrangeiros. No entanto, em campo, o lateral pouco pôde ajudar. Ele atuou apenas uma vez na Libertadores, na vitória por 2 a 0 sobre o Universitario Sucre, no Mineirão, em 18 de março. A partida foi a única em que ele permaneceu em campo os 90 minutos entre as seis que disputou em 2009.

De fora

Os laterais Athirson e Sorín e o volante Fabrício não irão se juntar a delegação que embarca no período da tarde para Buenos Aires. Os três jogadores que aprimoram a forma física, após se recuperarem de contusões, ainda não estão em condições físicas para atuar. Dessa forma, o grupo de 20 jogadores para a primeira partida da decisão já está fechado. Hoje, o time ainda treina pela manhã, no CT da Serrinha, em Goiânia, antes de embarcar para a Argentina.

Pressão dos torcedores

A procura por ingressos para a primeira partida da final da Copa Libertadores foi grande e indica que o estádio de La Plata estará lotado nesta quarta-feira. Devido a gripe suína, estima-se que menos de 200 torcedores do Cruzeiro viajem para assistir a partida. Nesta Libertadores, o Estudiantes ganhou todos os embates que disputou em casa e não sofreu nenhum gol em seu estádio.

Kerlon no Inter de Milão

O Inter de Milão anunciou nesta terça-feira a contratação do meia-atacante Kerlon, ex-Cruzeiro, que estava desde setembro de 2008 no Chievo. Os valores da negociação não foram revelados. O jogador assinou contrato até 30 de junho de 2012 com o campeão italiano. Kerlon disputou apenas quatro partidas pelo Chievo na temporada 2008/2009, em nenhuma delas como titular.

Fotos: Reuters, Vipcomm, Divulgação, Cruzeiro/divulgação

O longo trajetório celeste até a final da Libertadores

Chegar à final da 50ª edição da Copa Libertadores da América não foi fácil para o Cruzeiro. Além de superar adversários difíceis, tradicionalíssimos na competição como São Paulo, Grêmio e agora pela frente o Estudiantes, o time celeste teve uma rotina pesada de viagens. Fora de Belo Horizonte desde a semana passada, a equipe celeste já esteve em quatro países, além de duas capitais brasileiras. Também fez seis jogos no Mineirão, palco da grande decisão, na próxima quarta-feira.

O primeiro destino da delegação cruzeirense foi em Quito, capital do Equador, quando o time celeste empatou por 1 a 1 com o Deportivo Quito. Foi uma viagem desgastante. A delegação percorreu 7 mil quilômetros. Partiu do Aeroporto de Confins, com escala em São Paulo e conexão via Panamá até o desembarque final na capital equatoriana.

O segundo jogo fora do país também foi nada fácil. O time seguiu de Confins para São Paulo, com destino a Santa Cruz de La Sierra e finalmente Sucre. Foram mais de três mil quilômetros. O Cruzeiro venceu a partida por 1 a 0 em cima do Universitario de Sucre.

O próximo destino foi La Plata. O voo de Belo Horizonte fez escala em São Paulo antes de seguir até Buenos Aires. Da capital argentina, delegação viajou de ônibus até o destino final. Naquela ocasião, a delegação acabou sendo surpreendida por uma manifestação política que fechou a estrada em meio ao trajeto até La Plata. Pegou um atalho, mas não adiantou. Já havia passado a hora do jogo quando o time chegou, que, sem tempo para aquecer, acabou goleado por 4 a 0. A única derrota celeste na competição até aqui.

Nas oitavas, o time azul seguiu para Santiago para enfrentar a Universidad de Chile, no Estádio Nacional. Foi uma viagem menos desgastante: Confins-São Paulo-Santiago. Vitória cruzeirense: 2 a 1.

Nas quartas-de-final, a Raposa encarou o São Paulo. O time cruzeirense ficou quase uma semana em terras paulistas e venceu por 2 a 0. Antes disso, a Raposa havia enfrentado o Palmeiras no dia 14, no Palestra Itália, pelo Campeonato Brasileiro e perdeu por 3 a 1.

Nas semifinais, o time cruzeirense seguiu para Porto Alegre via Rio de Janeiro, com chegada um dia antes do duelo, na última quinta-feira, no Olímpico. O empate em 2 a 2com o Grêmio selou a vaga na final.

Foto: Vipcomm/divulgação

Coincidências ou providências?

Aqueles torcedores que acreditam no acaso, podem comemorar. Muitas coincidências entre a Copa Libertadores de 1997, ano do bi da Raposa, e de 2009 cruzam o caminho do Cruzeiro. Em 1997, o time azul decidiu o título com o Sporting Cristal, do Peru, que assim como o Estudiantes, da Argentina, também foi adversário cruzeirense na primeira fase da competição.

Outra obra do acaso é que em 1997, o Cruzeiro foi visitante na primeira partida e mandante na segunda, situação que volta a se repetir agora. Quer mais uma? Uma semana depois da conquista da América de 1997, o time celeste disputou um clássico contra o Atlético-MG. De novo, o time alvinegro cruzará o caminho celeste, no próximo domingo, pelo Brasileiro. Naquele ano, a Raposa usou um time de reservas e juniores. Os dois times disputavam a decisão da Copa Centenária, conquistada pelo Atlético-MG, que venceu por 2 a 1. Na ocasião, a dupla de ataque cruzeirense era formada por Geovanni e Fábio Júnior.

E tem mais coincidências. A fase de mata-mata deste ano é idêntica à enfrentada no bicampeonato de 1997. Nas oitavas-de-final, o Cruzeiro jogou a primeira partida fora de casa e decidiu no Mineirão. Nas quartas e semifinais, a equipe buscou a classificação fora de casa, assim como aconteceu desta vez diante de Universidad de Chile, São Paulo e Grêmio.

Pensa que acabou? Em 1997, o Cruzeiro passou pelo Grêmio na sua caminhada pelo título, que se repetiu agora. Lembrando que antes da Libertadores de 1997, Cruzeiro e Grêmio já tinham se cruzado nas quartas da Taça Brasil de 1966 e na decisão da Copa do Brasil de 1993, ambas conquistadas pelo time celeste.

O que não é parecido é a campanha. A deste ano supera a de 1997. Os números são completamente diferentes. Nas 12 partidas disputadas até aqui, o Cruzeiro venceu nove, empatou duas e perdeu apenas uma. O aproveitamento é de 80,5%. Já em 1997, o time azul disputou 14 jogos para chegar ao bicampeonato da Libertadores e alcançou sete vitórias, um empate e seis derrotas. Um aproveitamento de 52,4%.

Se em 1997, o Cruzeiro somou uma vitória, um empate e cinco derrotas como visitante, em sete partidas. Nos seis jogos fora de Belo Horizonte, neste ano, foram três vitórias, dois empates e apenas uma derrota.

Já em jogos no Mineirão, em 1997, em sete jogos, o Cruzeiro tem uma derrota e seis vitórias. Este ano, o time de Adilson Batista ganhou as seis partidas disputadas na Pampulha. Nesta Copa Libertadores, o Cruzeiro tem média de 1,75 gol marcado e 0,83 sofrido. Em 1997, o time fez 1,07 gol por jogo e sofreu 0,85.

Foto: Divulgação, Vipcomm/divulgação