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Viver na capital é 70,5% mais caro que viver no interior

Os parâmetros que definem o custo de vida em algumas regiões depende de muitos fatores, como por exemplo, o acesso da mercadoria, a população existente, o turismo na região, entre outros aspectos.

Esses são apenas alguns dos fatores que podem elevar o custo de vida em algumas cidades e vamos utilizar a definição para apresentar algumas das cidades mais caras para se viver.

De acordo com pesquisas divulgadas recentemente, viver na capital pode ser até 70,5% mais caro do que viver em regiões do  interior.


É de se esperar que viver em locais mais centrais seja mais caro do que viver em regiões mais afastadas do centro. O que não sabemos ao certo é porquê desse índices e de que forma isso pode afetar nossas vidas.

Quando falamos de regiões mais caras, estamos falando de um preço elevado para diversos aspectos do cotidiano. Os números divulgados recentemente revelaram uma situação preocupante para os estudantes que residem em regiões centrais.

São Paulo, por exemplo, apresentou números altíssimos para quem possui um imóvel ou um carro na região. O fenômeno acontece devido a alta demanda de imóveis para um público que só cresce.

Enquanto os números para proprietários de veículos estão relacionados a impostos obrigatórios, gasolina e gastos diários, como por exemplo: o estacionamento por hora.

De cordo com pesquisas, o IPTU SP 2020 continuará sendo um dos mais caros de todo o país e o mesmo estará sendo dito do IPVA, que representará cerca de 4% do valor original do veículo.

Saiba mais em: https://iptu2020.com.br/ 


Um outro ponto interessante sobre o custo de vida, que está afetando estudantes e trabalhadores, é o preço da passagem para transporte público diário.

Em Pernambuco, por exemplo, regiões do interior podem ter o preço da passagem até 50% inferiores ao preço dos ônibus públicos em regiões centrais como a cidade de Recife.

A variação está ligada a necessidade de locomoção rápida de um ponto a outro nas grandes cidades e ao crescente número de passageiros que dependem do transporte público, de forma que o valor pode subir sem perda de passagens para o Governo.

Além disso, é interessante apontar questões de lazer e alimentação. As regiões centrais são consideradas mais turísticas, o que faz com que o valor do cinema e do restaurante, por exemplo, subam quase que instantaneamente.

Quem mora em cidades do interior estará pagando bem menos pelos aspectos citados, isso sem contar com o preço mais acessível nos grandes mercados.

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